O Banco da Amazônia admitiu que poderá rever parte dos indicadores da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2026 após questionamentos apresentados pelos representantes dos empregados. O tema dominou a reunião de negociação realizada com a CONTEC na última quarta-feira (12), dentro das discussões para construção do novo Acordo Coletivo de Trabalho. A diretora jurídica Heloísa Ribeiro participou da reunião de forma online representando o Sindicato dos Bancários do Tocantins.
Durante a rodada, a entidade sindical colocou em discussão os critérios e indicadores utilizados para definir o pagamento da PLR e defenderam mudanças que tornem o programa mais justo para os trabalhadores. A cobrança é para que as regras reconheçam de forma adequada o esforço da categoria e a contribuição dos empregados para os resultados alcançados pelo Banco da Amazônia. Diante dos pontos levantados pela representação dos empregados, o Banco da Amazônia informou que vai analisar a viabilidade de alterar alguns dos indicadores que integram o programa. A instituição ficou de apresentar uma nova posição na próxima reunião de negociação.
O presidente da Federação dos Bancários do Norte e Nordeste, José Jesus Trabulo, afirmou que a representação dos trabalhadores manterá a cobrança por avanços tanto na PLR quanto nos demais pontos em discussão na campanha salarial.
“Reafirmamos o compromisso de atuar de forma firme e responsável na mesa de negociação, em defesa dos empregados do Banco da Amazônia. Queremos construir um novo Acordo Coletivo de Trabalho que traga avanços, benefícios e vantagens concretas para a categoria”, afirmou.

